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Gases industriais são como oxigênio para os mais diversos setores da manufatura
Engana-se quem imagina que o universo industrial é composto exclusivamente por insumos concretos como aço, ferro e alumínio. Além de materiais palpáveis, a manufatura demanda utilização de elementos como oxigênio, nitrogênio, dióxido de carbono e acetileno. São os chamados gases industriais.
Assim com oxigênio e nitrogênio são essenciais para a composição do ar que respiramos, os gases industriais são indispensáveis para os mais diversos processos produtivos. Entre os segmentos que empregam oxigênio e outros gases industriais para transformar matérias-primas em produtos acabados figuram o de alimentos e bebidas, automobilístico e de autopeças, químico/petroquímico, papel e celulose, siderúrgico, metal mecânico, construção civil, saúde, ambiental, têxtil, cerâmico e indústria de vidros.
O segmento de gases industriais é formado por empresas especializadas em produção, distribuição e comercialização.
O oxigênio com alto índice de pureza é um dos principais itens no rol dos gases industriais. O chamado oxigênio puro é utilizado em operações de solda, corte e na fabricação do aço, além de segmentos tão variados quanto papel e celulose e tratamento de esgotos.
O ar que respiramos tem 21% de oxigênio e 78% de nitrogênio -- outro gás isolado por empresas especializadas para fins industriais. O nitrogênio é empregado na produção de semicondutores, na indústria química e de aço, entre outras.
No catálogo dos gases industriais também são encontrados o acetileno, para processos de solda e corte, argônio, empregado como gás de proteção de solda e para fabricação de aços, além de dióxido de carbono, gás hélio e hidrogênio, entre outros.
Além de indústrias, o segmento hospitalar demanda oxigênio puro e outros gases para o funcionamento de equipamentos ultra-sensíveis.
Postado em: 17/06/2010